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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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NOVO PROCESSO UTILIZA ENERGIA SOLAR PARA PRODUZIR MATERIAIS FOTOVOLTAICOS

Mäyjo, 03.06.15

Novo processo utiliza energia solar para produzir materiais fotovoltaicos

A verdadeira independência energética pressupõe que, um dia, possamos fabricar um sistema de recolha energias renováveis, solar ou outra, enquanto utilizamos infra-estruturas desenvolvidas com esta energia. É isso que acontece neste novo processo desenvolvido por investigadores da Oregon State University, que produz materiais para a energia solar através de… energia solar. O processo poupa tempo e custa menos que os processos actuais.

De acordo com o Treehugger, o novo processo baseia-se num processo de produção contínuo: a energia solar aquece os materiais num fluxo contínuo, gerando uma tinta fotossensível que pode ser usada para imprimir os painéis solares – de filme fino.

O novo método é mais rápido que os processos actuais – consegue produzir materiais em minutos quando, no sistema actual, eles podem demorar várias horas a serem produzidos. Como o tempo é dinheiro, isso quer dizer que o novo processo é também mais barato.

Estas células solares são também 20% mais eficientes do que as tradicionais, ainda que os resultados tenham sido garantidos, apenas, em laboratório. Esta nova técnica também permitirá aos designers e investigadores mais soluções para utilizarem a energia solar em novos produtos e ideias.

Foto:  Sean MacEntee / Creative Commons

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Mäyjo, 03.05.15

Desert Sunlight Solar Farm

California, USA.jpg

Desert Center, California, USA

33°49′30″N 115°23′30″W

 

O Sunlight Desert Solar Farm é uma central fotovoltaica localizada no deserto do Mojave, na Califórnia.

Cobrindo 16 quilómetros quadrados, com 8,8 milhões de módulos solares Telluride de cádmio, é a maior "fazenda" de energia solar fotovoltaica do mundo.

 

UMA DAS MAIORES CENTRAIS FOTOVOLTAICAS DO MUNDO EM ESPAÇO URBANO ESTÁ EM LISBOA

Mäyjo, 25.03.15

Uma das maiores centrais fotovoltaicas do mundo em espaço urbano está em Lisboa (com VÍDEO)

O Mercado Abastecedor da Região de Lisboa (MARL) é o maior mercado do País, um local onde, todos os dias, cerca de 800 operadores vendem toneladas de frutas, legumes, peixe e flores. Todos estes produtos serão consumidos por milhões de pessoas, mas acabam por provocar dados colaterais, na forma de 6.500 toneladas de resíduos por ano – 25 toneladas por dia.

Destas, como explicou ao Economia Verde Felisbela Esteves, da direcção de Manutenção e Operação do MARL, 14% são respeitantes a resíduos orgânicos, 12% são recicláveis e os restantes são indiferenciados. “O objectivo do MARL é reduzir, em grande parte, estes indiferenciados, porque o seu tratamento é mais caro”, explica a responsável.

Para conseguir atingir este objectivo, o MARL disponibiliza contentores com diferentes cores, para que os respectivos operadores separem o lixo. “Há seis ou sete anos, ninguém ligava [a isto]. Hoje, há essa preocupação”, avança a responsável.

Hoje, por outro lado, há também uma redução dos resíduos produzidos pelos operadores. “Talvez por causa da crise, eles próprios [reduziram a quantidade de produtos que trazem]. Só trazem as que sabem que vão vender”, continuou.

Para além dos esforços feitos na área dos resíduos, a polícia ambiental do MARL inclui o uso racional da água. A empresa faz monitorização de caudais, para detectar eventuais fugas e optimiza os recursos com aquilo que já tem – neste caso, um furo de água. Assim, de 2012 para 2013, o consumo de água caiu 5%.

Um dos ex-libris de sustentabilidade do MARL, porém, já tem cinco anos. O mercado tem uma das maiores centrais fotovoltaica em espaço urbano do mundo, fruto de um investimento inicial de €31 milhões. Com uma potência instalada de 6.000 MW, esta central produz electricidade suficiente para um consumo médio de três mil famílias. “O mercado tem uma enorme exposição solar e tinha espaços desaproveitados. Tínhamos, inclusive, uma subestação implementada no nosso recinto, pelo que estavam criadas todas as infra-estruturas para que o projecto [fosse desenvolvido]”, concluiu Felisbela Esteves.

O projecto continua em desenvolvimento e, em Fevereiro último, foram inauguradas mais duas centrais fotovoltaicas. O próximo passo da política de sustentabilidade do MARL será substituir todas as lâmpadas do espaço, optando por economizadoras e menos poluentes.

Veja o episódio 225 do Economia Verde.

Dubai está a vender a energia solar mais barata do mundo

Mäyjo, 12.03.15

Dubai está a vender a energia solar mais barata do mundo

A corrida para fornecer ao mercado energético a energia solar mais barata está a ser liderada, pelo menos por agora, pelo Dubai. Este mês a Dubai Electricity & Water Authority (DEWA), a empresa energética pública, anunciou a venda de energia solar por apenas €0,05/kWh. Este é o preço mais baixo de sempre por quilowatt atingido pela energia solar.

A explicação para um preço de energia solar tão barato pode estar nos últimos investimentos feitos pela DEWA. No início deste ano, a empresa abriu um concurso para a instalação de uma central solar com capacidade de 100 megawatts, que está incorporada na segunda fase do parque solar Mohammed bin Rashid Al Maktoum.

Actualmente, este parque de 40 quilómetros quadrados alberga já uma central solar de 23 megawatts, construída em 2013. Porém, o objectivo é atingir os 1.000 megawatts de capacidade em 2017. Para atingir este objectivo, a DEWA pediu às empresas que operam no sector da energia solar para apresentar propostas para uma tarifa fixa ao longo de 25 anos, refere o Inhabitat. Das 24 empresas que apesentaram propostas, a vencedora foi a Acwa Power, um conglomerado saudita, que apresentou proposta para vender a energia ao preço mais baixo, os €0,05/kWh.

Tal valor significa que o mercado solar no Médio Oriente está em rápida expansão e competição e esta poderá ser a grande aposta económica desta região do globo quando o petróleo, ainda aqui abundante, acabar.

EMPRESA ISRAELITA DESENVOLVE MÉTODO PARA GERAR ENERGIA SOLAR 24 HORAS POR DIA

Mäyjo, 21.02.15

israelsolar_SAPO

A Brenmiller Energy, uma empresa de energias renováveis israelita, resolveu um dos maiores problemas da tecnologia fotovoltaica – como produzir energia quando o sol se põe. A empresa anunciou recentemente a construção de uma central fotovoltaica, com capacidade instalada de 10 megawatts, que vai gerar electricidade 20 horas por dia graças a uma tecnologia de armazenamento que a empresa desenvolveu alo longo dos últimos três anos.

O projecto vai ser instalado na cidade de Dimona, no deserto do Negueve, e vai recorrer à biomassa para gerar energia durante as quatro horas em que o sistema fotovoltaico não vai estar a gerar electricidade.

“As centrais de energia solar que integram capacidade de armazenamento e são auxiliadas pela biomassa são a melhor opção para produzir electricidade em Israel”, afirma Avi Brenmiller, director-exectutivo da Brenmiller Energy, cita o Inhabitat. “A biomassa sozinha não consegue responder à procura energética mas combinada com a energia solar e capacidade de armazenamento representa a alternativa mais ecológica e barata”, indica Brenmiller.

O projecto terá um custo de €67,9 milhões e vai ocupar uma área de cerca de 45 hectares. Espera-se que a nova central solar esteja completada no início de 2017. De acordo com a Brenmiller Energy, o projecto vai permitir a criação de 150 postos de trabalho locais.

O sistema desenvolvido pela empresa israelita recorre a espelhos parabólicos que seguem os raios solares e armazenam a energia térmica. O calor produzido pelo Sol é transferido para um centro energético subterrâneo, onde a energia é armazenada a 550 graus Celsius. Durante a noite ou quando o céu estiver encoberto a energia armazenada é libertada sob a forma de vapor de água, que alimenta as turbinas e permite a continuidade do fluxo energético.